Quinta à noite é dia da minha série predileta (depois de Lost, claro): Dr. House.
Comecei a assistir unicamente pelo meu vício em séries, sem antes ter lido sobre, ouvido falar ou qualquer menção. De bate pronto, me apaixonei!
O Dr. Gregory House é um médico completamente fora do padrão. Com certeza, com uma avaliação detalhada, seria afastado ad eternum da profissão, não podendo se quer aproximar-se de um hospital. Só que o cara é bom. O cara é muito bom. E seu excesso de conhecimento compensa sua falta de ética. E que falta absurda! Ele não tem a menor consideração com o paciente, por acreditar que os pacientes não devem ter grandes contatos com o médico, nem manter muita intimidade. Acha que isso não benificia em nada o tratamento, até atrapalhando o médico nos diagnósticos e escolhas dos tratamentos.
Mas House é humano. Humano como todos nós e como seus pacientes. Essa sua aparência de “Foda-se, não me importo com vc”, (na verdade não só aparência, ele não se importa mesmo) esconde também a falta de jeito de lidar com agradecimentos e sentimentos.
Fica claro em diversos episódios essa dificuldade do House em lidar com a atenção e os agradecimentos de seus pacientes, de perceber que eles sentem o quanto ele foi importante para eles.
House é prepotente, egocêntrico, anárquico, individualista, frio, mal-humorado, sarcástico, usa drogas (tudo bem que é pela perna, mas ela vicia e causa barato nele) e é super inteligente. É o melhor médico do hospital e resolve problemas até por telefone! Quem não teria um médico desse em seu hospital?
Fora o maravilhoso gosto por blues, música clássica e alta velocidade… Sabem qual a melhor parte do seriado pra mim? Sempre o final, sempre.
Não quero me alongar muito, pq enche o saco ficar lendo pelo computador, mas se vcs estiverem interessados, procurem informações na nossa biblioteca on-line (a internet) ou então aluguem as temporadas, que estão disponíveis nas locadoras. Ou baixem mesmo, que tem todas na net, já legendadas.

